Gentemmmm
Salgueiro é o caldeirão!!!! adorei minha escola de samba ganhar depois de 16 anos de jejum, tá blz que eu só sabia o refrão da parada mas o que vale é a intenção...vi o desfile e cantei o refrão animadíssima e vi a apuração tbm... torcendo mt pra que a Vila e a Beija-Flor nao ganhecem nota 10!!! Me arrependi de nao ter ido até a quadra nos ensaios mas tudo bem...carnaval tem todo ano né!!!
O ano começa agora...depois do carnaval!! segunda-feira será o dia D... Campos, Macaé... q vida dura!! mas tudo bem
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Enfim, depois de tanto erro passado
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.
É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contêm o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.
Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com o meu próprio engano.
O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica...
acho q ficou faltando o fim mas como é um soneto tinha q acabar por aí mesmo...talvez um dia eu a transforme em outra coisa pra poder dar um fim....se é que realmente ele precisa de um ! pois bem...foi só pra resumir o carnaval em que o lema foi "a amizade supera tudo" e só que esteve lá sabe da importância disso!
domingo, 8 de fevereiro de 2009
A outra
outra opção:
uma nova opção? uma opção antiga tipo "momento retrô"? Uma opção melhor? Uma opção diferente...
Outro carinho, outro olhar ou um beijo diferente... daqueles só pra quebrar a rotina!!
outro dia li uma frase mt interessante q me fez refletir... e por incrível que pareça foi naquelas paradas de sorte de hoje do orkut... aff ! a frase dizia assim:
"se você seguir todas as regras vai perder toda diversão"
E parando pra refletir sobre isso por alguns minutos percebi duas coisas:
1- orkut tbm é cultura...mesmo que seja uma cultura temporária...daquelas q só se deve adquirir por tempo determinado
2- let´s go quebrar as regras e ser feliz nem que seja pra ser uma outra opção
uma nova opção? uma opção antiga tipo "momento retrô"? Uma opção melhor? Uma opção diferente...
Outro carinho, outro olhar ou um beijo diferente... daqueles só pra quebrar a rotina!!
outro dia li uma frase mt interessante q me fez refletir... e por incrível que pareça foi naquelas paradas de sorte de hoje do orkut... aff ! a frase dizia assim:
"se você seguir todas as regras vai perder toda diversão"
E parando pra refletir sobre isso por alguns minutos percebi duas coisas:
1- orkut tbm é cultura...mesmo que seja uma cultura temporária...daquelas q só se deve adquirir por tempo determinado
2- let´s go quebrar as regras e ser feliz nem que seja pra ser uma outra opção
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Eu desisto... não existe essa manhã tão desejada
engaçado como as coisas acontecem na nossa vida e nos deixam loucos...
se uma coisa deu errado a culpa é tua/ se vc não foi deveria ter ido/ e se vc foi tbm fez tudo errado!!
existe uma cartilha para bons comportamentos mediante situações esquisitas?? Porque se alguém tiver eu quero dar uma lida!!
A conversão de sentimentos em palavras é uma coisa muito perigosa e muita das vezes não é fidedigna, então nem com as palavras podemos contar nessas horas e o que resta é o silêncio que é tão pecador quanto os erros cometidos ou a intenção de cometê-los.
Desisto de tudo!
se uma coisa deu errado a culpa é tua/ se vc não foi deveria ter ido/ e se vc foi tbm fez tudo errado!!
existe uma cartilha para bons comportamentos mediante situações esquisitas?? Porque se alguém tiver eu quero dar uma lida!!
A conversão de sentimentos em palavras é uma coisa muito perigosa e muita das vezes não é fidedigna, então nem com as palavras podemos contar nessas horas e o que resta é o silêncio que é tão pecador quanto os erros cometidos ou a intenção de cometê-los.
Desisto de tudo!
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Parei pra pensar mais sobre o título deste blog...Freud Explica! será q ele explica mesmo? começo a achar que ele só confundiu as coisas! pra começar o cara fundou a psicanálise, já com isso eu acho q ele nao era mt normal... como poderia explicar algo tão complexo como a mente humana?? Ainda usava a hipnose pra estudar as pessoas, vc já viu uma pessoa hipnotizada?? imaginei agora como seria esse estudo: um cara meio barbudo sentado eu sua cadeira e uma mulher (vamos imaginar mulher pq acho difícil um homem e submeter a isso ) deitada no divã divagando sobre coisas até então q só fazem sentido na cabeça do velho Sigmund. Bom... acho q começo a me perguntar d+ e o fato de não encontrar as respostas me deixa pensativa! sem mais... vou-me!! "e tenho dito" !
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
uma das melhores
Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal. Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanático por leituras e filmes ortográficos. O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar. O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice. De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos.
Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto. Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar. Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto. Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois. Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula; ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros. Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta. Estavam na posição de primeira e segunda pessoa do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular.
Nisso a porta abriu repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas. Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história. Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou e mostrou o seu adjunto adnominal. Que loucura, minha gente!! Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramenteuma mesóclise-a-trois. Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino. O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Porque eu amo os meus amigos... amigos que tenho, os que acho que tenho e os que ainda virei a ter. Cito Machado porque... nem sei porque ao certo mas acho que tem a ver com infância!
BONS AMIGOS
Abençoados os que possuem amigos, os que os têm sem pedir.
Porque amigo não se pede, não se compra, nem se vende.
Amigo a gente sente!
Benditos os que sofrem por amigos, os que falam com o olhar.
Porque amigo não se cala, não questiona, nem se rende.
Amigo a gente entende!
Benditos os que guardam amigos, os que entregam o ombro pra chorar.
Porque amigo sofre e chora.
Amigo não tem hora pra consolar!
Benditos sejam os amigos que acreditam na tua verdade ou te apontam a realidade.
Porque amigo é a direção.
Amigo é a base quando falta o chão!
Benditos sejam todos os amigos de raízes, verdadeiros.
Porque amigos são herdeiros da real sagacidade.
Ter amigos é a melhor cumplicidade!
Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho,
Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!
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